
Eu amo ouvir o meu coração, deixar que sua voz me alcance, mesmo que minha razão às vezes, grite o contrário. A verdade, é que eu não consigo me esconder do que eu sinto, como se eu fosse uma gaveta, um obscuro armário, onde enterro tudo que não sei ou não desejo enfrentar. Tenho vida demais correndo por minhas veias, para pensar só nos arrependimentos, e não pense que prego inconseqüências... Nunca, prego, comprometimentos, fazer o que o coração manda é isso, comprometer-se, seja com um sonho antigo, com um sonho novo, com aquele amor impossível, com a necessidade de recomeçar, de se abrir, de se transformar, de sentir, rir, se preciso for, até chorar... Pois quem obedece ao coração sofre, mas quem não o obedece, sofre ainda mais, a alma quando se ouve, não cava abismos, ela, constrói pontes... Pontes.
Escrito por Analycorrea às 07h49
[]
[envie esta mensagem]
|

“Um menino entre as nuvens...”.
Admirável é teu nome,
Menino de Palmira,
Admirável gênio,
Admirável homem.
Os pássaros que criaste,
Passeiam pelo globo.
Ataste o tempo ao pulso,
O coração à coragem,
Ao espírito ascendeste,
Com tua força e vontade.
Quase um menino,
De corpo franzino,
De inigualável saber,
Generoso, assim,
Como são todos os grandes.
Fez-se inesquecível,
Como Verne, Da Vinci, Galileu,
Como o livre Homem que sonhou,
E que fronteiras reescreveu.
Ah... Menino de Palmira,
Que entre as nuvens viveu,
Morreste triste, sozinho,
O teu sonho corrompido,
A tua fé corrompeu,
Mas não te esqueças,
Menino admirável,
Pois o mundo, ainda que falho,
Jamais te esqueceu.
Homenagem ao imenso brasileiro, Santos Dumont.
Escrito por Analycorrea às 14h46
[]
[envie esta mensagem]
|