
A vida é uma painel de sutilezas,
De branco no vasto anil,
De abrir-se mais do que se deseja,
De acenos nos finais de abril.
É o girassol que ama somente a lua,
E uma lua que imagina ser o sol,
É andar sob chuva sem temer a chuva,
É sonhar os cabelos em caracol.
É vestir-se da nudez da alma,
E enamorar-se como se não se pudesse mais,
É vir muito além do que nos deixam as faces,
E alimentar as preces que suscitam, paz...
Escrito por Analycorrea às 14h28
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Se o amor, a admiração e o carinho pudessem ser traduzidos em palavras e notas, então, a canção abaixo é um perfeito retrato, e revela ao mundo uma das histórias de amor mais sinceras que eu já tive privilégio de testemunhar. Parceria da poeta aqui, como o amigo e compositor Márcio T. Lima. Ela, a canção, é na verdade um presente de aniversário, uma doce tentativa de resumir e expressar em uma só melodia, aquilo que às vezes levamos a vida toda para encontrar, ou seja, alguém que nos complete.
Parabéns Cris... Esta canção tem o seu nome...
O seu amor me trouxe aqui...( Marcio T. Lima e Anali Corrêa)
Venho de um tempo,
Em que a solidão morou-me,
Mas o teu beijo e o teu calor,
Trouxeram-me aqui e eu soube,
Que era pra sempre o teu doce amor,
Que era para sempre eu soube.
Por esquinas e ruas,
O meu coração buscou-te,
Sabendo teu cheio e o teu sabor,
A minha alma trouxe,
O teu sorriso na sombra do olhar,
No aquietar da noite.
Vento e tempestades,
Levaram-me para longe,
Mas o teu beijo e o teu calor,
Trouxeram-me aqui e eu soube,
Que era para sempre o te doce amor,
Que era para sempre eu soube.
Teimo todo dia,
Em te inventar um pouco,
Seja um poema,
Ou uma onda no mar,
É tua voz que eu ouço,
Há me alegar e também me guiar,
É tua voz que eu ouço.
Se a poesia tivesse uma saudade,
Ela seria assim em você,
Um eterno fim de tarde,
Meu feliz alvorecer.
Sou teu menino,
E você é sempre o norte,
Estrelas de luz,
No meu céu a reinar,
É tua voz que eu ouço,
É tua voz que eu ouço.
Vento e tempestade,
Levaram-me para longe,
Mas o teu beijo e o teu calor,
Trouxeram-me aqui e eu soube,
Que era para sempre o te doce amor,
Que era para sempre eu soube.
Escrito por Analycorrea às 15h02
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