
Aurora da minha vida,
Quanto espero o teu romper,
Minha alma dolorida,
Não te sabe esquecer...
Vivo há estar por ai,
Aqui, e logo acolá,
Espalhando-me pouco a pouco,
Sem porém, me vir findar.
Sentindo o doce assombro,
Do sol a me abrasar,
Junto à terras estrangeiras,
Para um novo despertar.
Gaivota solitária,
Qe se admirou do verão,
E sob a ausência das fronteiras,
Libertou o coração...

Escrito por Analycorrea às 09h22
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