
Somos todos navegantes,
Destes mares em tempestades,
Somos um pouco do antes,
E muito da ansiedade.
O vento que nos inflama,
Que nos sobra adiante,
Sobra-nos pra onde,
Em verdade,
Quem é que sabe...
Resta-nos então,
Que descubramos,
Que tenhamos enfim coragem,
De recolher as nossas ancoras,
E permitir as nossas almas ,
Muito mais do que Saudades...
Escrito por Analycorrea às 10h51
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