
Vem carrega-me...
Não se deixe comover
Pela minha relutância
O meu tolo estremecer.
Vem ó vento colorido,
Que eu anseio tuas asas,
Bem a luz dos meus sentidos,
Além das portas trancadas.
Vem carrega-me...
Que do que eu temo...
Eu já não temo nada.
Tudo é sempre adeus...
Despedida... Madrugada.
É o giz coberto de cinza,
Devorando as alvoradas...
Escrito por Analycorrea às 19h45
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