
Lembrei de você, Quando meus olhos cansados voltaram-se para mim, E como num mar isento de ondas, teu silêncio me procurou, Lembrei-me, Como se lembra a poeta dos versos que mentiu, Da cinza que semeou, lembrei de você... Um salto sobre o abismo, um sopro sobre a inércia, Lembrei-me, Sem precisar de milagres ou datas inesquecíveis, Foi só à saudade batendo a porta, fungando na alma, E eu me lembrei de você, Não é o que os amigos fazem?! Eles lembram-se...
Escrito por Analycorrea às 08h34
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