O que trago neste meu peito,
É um pouco de tudo,
De perfeição e de defeitos,
Do louvável e absurdo,
A alquimia do melhor de mim,
Com o melhor de você.
Sem você,
Só eu me habitava,
As vezes até me enganava,
Pensando estar tudo vazio.
E então,
Você coloriu as minhas paredes cinzas
Com tuas aquarelas infinitas,
Encheu minha alma de riso,
Meu espirito de esperanças,
O meu ser de calor.
E foi tanto e tanto o que fez,
Sem fazer coisa alguma,
Que hoje eu só penso,
Nesta imensidão que eu trago no peito,
Nesta minha mistura de erro e acerto,
De letargia e ovação,
Que junto de ti...Tão junto de ti,
Eu chamo tão simplesmente de felicidade.