Não quero mais flores de plástico,
Murchando solitárias em minhas janelas,
Nem me recordar,
O quanto e quanto choro eu em meus sorrisos.
Quero versos que não me precisem, enquanto me reparto,
Lina à linha, traço a traço.
Não quero nada de velho, nem mesmo recordações,
Quero tudo novo de novo,
E assim andar descalça sob as estrelas,
Em noite de chuva e de saudades,
Para lembrar ao coração que a vida faz todo sentido,
Em não fazer sentido algum em verdade.
Escrito por Analycorrea às 12h22
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